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Bibliografia

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De WikiCampus

Nesta página são apresentadas as referências bibliográficas / recursos úteis relacionados com as temáticas abordadas pelo projeto NESTAR.world.

Tabela de conteúdo

CRIANÇA

Perspetivas sobre o desenvolvimento infantil – Abordagem genérica

BANDURA, A. (1977). Social Learning Theory. New York: General Learning Press.

CELERI, E., JACINTHO, A., DALGALARRONDO, P. (2010). Charles Darwin: um observador do desenvolvimento humano. Revista Latinoamericana de Psicopatologia Fundamental, São Paulo, v. 13, n. 4, p. 558-576, dezembro 2010. Disponível em <http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1415-47142010000400002> e consultado a 12-11-2011.

ERIKSON, E. H. (1976a). Identidade, Juventude e Crise. 2ª ed. (trad. 1968). Rio de Janeiro: Zahar editores.

ERIKSON, E. H. (1976b). Infância e Sociedade. 2ª ed. Rio de Janeiro: Zahar editores.

FERRACIOLI, L. (1999). Aspectos da Construção do Conhecimento e da Aprendizagem na Obra de Piaget. Caderno Brasileiro de Ensino de Física, pp.180-194

FREUD, S. (1976a). Três Ensaios sobre as teorias da sexualidade (J. Salomão, Trad.). Edição Standard Brasileira das Obras Psicológicas completas de Sigmund Freud (Vol. VII ). Rio de Janeiro: Imago. (Original publicado em 1905).

Nébias, C. (1996). O papel da interação social na aprendizagem e na construção do conhecimento. INTERAÇÕES - Estudos e Pesquisas em Psicologia. Vol. 1- Nº 2 - JULHO-DEZEMBRO DE 1996

Piaget, J. (1990). Seis estudos de psicologia. Lisboa: Dom Quixote.

Piaget, J. Desenvolvimento e aprendizagem. Disponível em: http://www.ufrgs.br/faced/slomp e consultado a 12-08-2011.

Rabbelo, E.; Passos, J. () Vygotsky e o desenvolvimento humano. Disponível em http://www.josesilveira.com/artigos/vygotsky.pdf e consultado a 22/08/2011.

Rolim, A.; Guerra, S.; Tassigny, M. (2008). Uma Leitura de Vygotsky sobre o brincar na aprendizagem e no desenvolvimento infantil. Informando Rev. Humanidades, Fortaleza, v.23, n. 2, p. 176-180, jul./dez. 2008.

Vygotsky´s educational theory in cultural context. (2003). Cambridge: Cambridge University Press.

Vygotsky, L.S. (1988). "Aprendizagem e desenvolvimento intelectual na idade escolar". In: Vigotski, Luria e Editora e Edusp, 1988, pp. 103-117.

O desenvolvimento motor, intelectual e social na criança dos 7 aos 12 anos

Metodologias de envolvimento da criança no processo de design

SCHULER, D. & NAMIOKA, A., Eds (1993). Participatory Design: Principles and Practices. Hillsdale, New Jersey: Lawrence Erlbaum.

VELOSO, A. (2006). As Tecnologias da comunicação e da informação nas brincadeiras das crianças. Tese de doutoramento em Ciências e Tecnologias da Comunicação, Departamento de Comunicação e Arte, Universidade de Aveiro.

O JOGO

Tipos de jogos

ANCINELO, P.; CALDEIRA, L. (2006). O papel dos jogos lúdicos na educação contemporânea. Paper presented at the Anais da 12ª Jornada Nacional de Educação, UNIFRA, Santa Maria.

AZEVEDO, A; RIBEIRO, L.; VIEIRA, E.; FILHO, R.; GRASSI, A.; TIMM, M. (2009). Quimgame: jogo educacional para estudar química, VIII Simpósio Brasileiro de Jogos e Entretenimento Digital, Campus da PUC-Rio, Rio de Janeiro.

CHEN, S., MICHAEL, D. (2006). Proof of Learning: Assessment in Serious Games. Disponível em [1] e consultado a 17/05/2011.

CLUA, E.; FEIJ, B.; ROCCA, J.; SCHWARTZ, J.; GRAÇAS, M.d.; PERLIN, K.; TORI, R.; BARNES, T. (2006). Game and interactivity in computer science education. ACM SIGGRAPH 2006 Educators program. ACM, Boston, Massachusetts. Disponível em [2] e consultado a 18/05/2011.

CORTI, K. (2006) Games-based Learning; a serious business application. PIXELearning Limited. Disponível em <http://www.pixelearning.com/docs/ seriousgamesbusinessapplications.pdf> e consultado a 17/05/2011.

de FREITAS, S. (2006). Learning in Immersive Worlds. Bristol. Joint Information Systems Committee. Disponível em <http://www.jisc.ac.uk_eli_outcomes.html> e consultado a 03/12/2011.

de FREITAS, S.; JARVIS, S. (2008). Towards a development approach for serious games. In T.M. Connolly, M. Stansfield, & E. Boyle (Eds) Games-based learning advancements for multi-sensory human-computer interfaces: Techniques and effective practices. IGI Global. Hershey, PA.

FERREIRA, N. (2002). Serious Games. Universidade do Minho, Braga, Portugal.

GEE, J. (s.d.) Why Are Video Games Good For Learning?*. Unpublished manuscript. Disponível em <http://www.academiccolab.org/initiatives/papers.html> e consultado a 15/05/2011.

GEE, J. & HAYES, E. (2009) Public Pedagogy through Videogames. Disponível em <http://www.gamebasedlearning.org.uk/content/view/59/0/> e consultado a 02/09/2011.

Game Design

Game Mechanics

Game Experience

ERMI, L.; MÄYRÄ, F. (2005). Fundamental components of the gameplay experience: Analysing immersion. In: S. de Castell & J. Jenson (eds.), Changing Views: Worlds in Play. Selected papers of the 2005 Digital Games Research Association’s (DiGRA) Second International Conference.

INSTALAÇÕES

Tipos de Instalações

Tipos de Aprendizagem: Aprendizagem formal, não-formal e informal

BjornÂavold, J. (2000). Making learning visible identification, assessment and recognition of non-formal learning in Europe. Luxembourg: Office for Official Publications of the European Communities.

CARRON, G. and CARR-HILL, R. (1991). Non-formal education: Information and planning issues. International Institute for Education (IIEP). United Nations Education, Cultural, and Scientific Organization (UNESCO): Paris.

CHAGAS, I. (1993). Aprendizagem não formal/formal das ciências: Relações entre museus de ciência e escolas. Revista de Educação, 3 (1), 51-59. Lisboa.

COOMBS, P.H.; PROSSER, R.C.; AHMED, H. (1973) New paths to learning for rural children and youth, New York, ICED, pp.9-13.

COOMBS, P. H. (1989) Educational challenges in the age of science and technology - In: Popularization of Science and Techonology-Unesco - pg. 13 a 26.

DIB, C. Z. (1988). Formal, Non-formal and Informal Education: Concepts/Applicability – In "Cooperative Networks in Physics Education: Conference Proceedings 173" - American Institute of Physics - New York, 1988, pg. 300 a 315.

ETLING, A. (1993). What is nonformal education? Journal of Agricultural Education, 4(4), 72-76.

GADOTTI, M. (2005). A questão da educação formal/não formal. Institut International des Droits de L’Enfant (ide). Droit a l’education: solution a tous les problemes ou problem sans solution?. Sion (Suisse), 18 au 22 octobre. Disponível em <http://paulofreire.org/Moacir_Gadotti/Artigos/Portugues/Educacao_Popular_e_EJA/Educacao_formal_nao_formal_2005.pdf> e consultado a 15/05/2011.

Contextos espaciais

Allen, S. (2003). Studying Learning in Museums. American Journal of Psychology, 116

GASPAR, A. (1993). Museus e Centros de Ciências – Conceituação e proposta de um referencial teórico. Tese de Doutoramento. FE-USP, São Paulo, 1993.

Carlisle, R. W. (1985). What do School Children do at a Science Center? . Curator, 28/1, pg. 27-33.

Contextos temáticos

Design de instalações para crianças